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sexta-feira, 3 de novembro de 2017

EXPOART PORTO DAS CAIXAS

A Associação da Feirinha de Porto das Caixas, juntamente com a Associação de Moradores de Porto das Caixas convidam todos para grande mostra de artesanato que será realizado na CASA DE CULTURA HELOÍSA ALBERTO TORRES (Endereço: Praça Marechal Floriano Peixoto, 303, Centro - Itaboraí, próximo a locadora da praça), no próximo sábado, dia 04 de novembro a partir das 08:00 horas. Meus parabéns aos artesãos pelo talento e dedicação. Agradecemos o apoio cultural da Secretaria Municipal de Trabalho e Renda, da Secretaria Municipal de Cultura e da Casa de Cultura Heloísa Alberto Torres, para realização deste importante evento!!!!

EXPOART PORTO DAS CAIXAS 
DATA : 4/11 (SÁBADO)
HORÁRIO: 08:00 as 16:00
LOCAL: Casa de Cultura Heloísa Alberto Torres (Endereço: Praça Marechal Floriano Peixoto, 303, Centro - Itaboraí, próximo a locadora da praça).




segunda-feira, 19 de outubro de 2015

Os escravos tropeiros em Itaboraí



Texto escrito pelo Professor Me. Gilciano Menezes Costa

“Carregadas de produtos de exportação ou de gêneros de subsistência, as tropas de burros percorreram ativamente o pais durante todo o século XIX e cortaram em todas as direções (...)” [1]. A circulação intensa dessas tropas contribuiu para a formação de núcleos de povoamento e para o desenvolvimento das localidades já existentes.

Em Itaboraí, o transporte realizado pelos tropeiros teve mais destaque nas áreas próximas aos portos localizados no Rio Macacu e no Rio Aldeia, como o Porto de Vila Nova, o de Sampaio e o Porto das Caixas. Esses portos, por serem entrepostos comerciais, tornaram-se áreas de passagem pelo Leste do Recôncavo da Guanabara, como pode ser percebido pelo fluxo constante de viajantes e tropeiros na região [2].

A primeira metade do século XIX foi o período de maior expressão do Tropeirismo em Itaboraí e arredores. A estrada que ligava Cantagalo a Porto das Caixas, passando por Nova Friburgo, representou uma das principais regiões, na Província do Rio de Janeiro, por onde essas tropas passaram. Além do transporte de pessoas, esse caminho era percorrido, principalmente, para realizar o escoamento da produção agrícola das regiões localizadas “serra acima”, sobressaindo a movimentação do transporte de café vinda de Cantagalo [3].

Semelhante ao escravo pintado por Jean-Baptiste Debret na imagem dessa postagem [4], os cativos tropeiros usufruíam das viagens e deslocamentos para construir hábitos de autonomia e desenvolviam com isso condições expressivas de negociação e resistência a escravidão. “Encontravam espaços de valorização social e independência, mormente porque o escravo tropeiro era sempre um escravo de confiança, que gozava o privilégio da mobilidade espacial, sem poder o senhor, ao menos ostensivamente, vigiá-lo”. [5]

Sua permanência nas tropas era condicionada, principalmente, pelas possibilidades de alcance da liberdade, do que pela exclusividade do uso da violência. Em sua grande maioria, o escravo tropeiro era um escravo de ganho [6]. A prática do pecúlio [7], entre outras, representou uma das intenções presentes nas negociações com seu senhor. O proprietário que rompesse esse laço aumentaria as possibilidades do não retorno de seus cativos. [8]

Nos jornais do século XIX em Itaboraí, os anúncios de fugas de escravos constantemente os citavam com especializações em variados ofícios. Nessa região, os valores da recompensa desses escravos tendiam a ser maiores do que os escravos de roça ou de serviços de casa e costura. No caso dos tropeiros, a continuidade da publicação da fuga em diversos anos, além de demonstrar que o cativo continuava fugido, assinalava também o nível de circulação desses escravos na sociedade escravocrata. Esse foi o caso do escravo Ivo, tocador da tropa que, em 1855, passou pelo Porto das Caixas [9].

O Tropeirismo não foi uma atividade com o uso exclusivo da mão de obra escrava, mas sim, um movimento que favoreceu a circulação de pessoas independente de sua condição social [10]. Assim, tanto escravos, como libertos e livres, participaram das tropas que transportavam pessoas e mercadorias pelos sertões do Macacu.

Ainda assim, essa movimentação de tropas representou um dos ofícios que contribuiu para ampliação dos espaços de sociabilidade dos escravos negros em Itaboraí. Uma especialização que, devido a sua mobilidade, foi capaz de gerar a confluência entre os espaços urbanos e rurais. Uma atividade que gerou variados níveis de negociação e, consequentemente, resistências à escravidão. O estudo desta prática viabiliza o reconhecimento da diversidade das relações escravistas, apresentando um olhar interpretativo que busca compreender as complexidades sociais desenvolvidas fora da área da grande lavoura monocultora exportadora.
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Gilciano Menezes Costa é Professor de História e Filosofia e Mestre em História Social (UFF). Autor da obra "A escravidão em Itaboraí: Uma vivência às margens do Rio Macacu (1833-1875)" Disponível em:http://historiadeitaborai.blogspot.com.br/…/style-margin-12…
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Fontes e Bibliografia:

[1] FRANCO, Maria Sylvia de Carvalho. Homens livres na ordem escravocrata. 4. ed. São Paulo: Fundação Editora da UNESP, 1997, p. 66.
[2] Para saber mais ver: COSTA, Gilciano Menezes. A escravidão em Itaboraí: Uma vivência as margens do rio Macacu (1833-1875). Dissertação de Mestrado. Niterói: UFF, 2013. Disponível em: <http://historiadeitaborai.blogspot.com.br/2014/07/style-margin-12px-auto-6px-auto-font.html>
[3] Relatório do Presidente de Província do Rio de Janeiro, 1851:36.
[4] Escravo negro conduzindo tropas na província do Rio Grande. Aquarela sobre papel; 15,3 x 22,1. 1823. BANDEIRA, J., LAGO, P. C. Debret e o Brasil: obra completa, 1816-1831. 2ª Ed. Rio de Janeiro, Capivara Ed.2008. p. 243.
[5] MACHADO. Maria Helena P. T. Sendo Cativo nas Ruas: a Escravidão Urbana na Cidade de São Paulo. IN: História da Cidade de São Paulo, (Paula Porta, org.), São Paulo: Paz e Terra, 2004, p. 26.
[6] Escravos que realizavam tarefas remuneradas e entregavam, no término do serviço, uma determinada soma a seu senhor ou senhora. O excedente dessa quantia ficava com o escravo.
[7] Soma em dinheiro que os escravos acumulavam com o consentimento do seu senhor ou senhora.
[8] Para saber mais ver: COSTA, Gilciano Menezes. Os escravos tropeiros em Itaboraí: Uma análise dos relatos do viajante Hermann Burmeister. Anais do XVI Encontro Regional de História da Anpuh-Rio: Saberes e práticas científicas. 2014. Disponível em: <http://historiadeitaborai.blogspot.com.br/2014/08/view-os-escravos-tropeiros-em-itaborai.html>
[9] Jornal O Popular. 21/03/1855. N. 101, quarta, p.4. Biblioteca Nacional.
[10] BEZERRA, Nielson Rosa. Mosaicos da Escravidão: identidades africanas e conexões atlânticas do Recôncavo da Guanabara (1780-1840). Tese (Doutorado em História). Universidade Federal Fluminense, Instituto de Ciências Humanas e Filosofia, Departamento de História, 2010, p. 62.

terça-feira, 22 de abril de 2014

RETORNO DAS OBRAS DO PAC DE PORTO DAS CAIXAS!!!


Bom dia 

Tivemos uma importante reunião na última quinta feira, dia 17 de Abril de 2014, na sede da Caixa Econômica Federal, onde nos foi informado que os recursos para retomar as obras já foram liberados. Além desta excelente informação conseguimos reforçar e firmar importantes acordos para o futuro bom andamento do projeto PAC PORTO DAS CAIXAS, para que não haja mais retrocessos como, por exemplo, as paralisações das obras e do Trabalho Técnico Social, que somente acentuam os problemas e o sofrimento das famílias. Mesmo com o apontamento do retorno das obras, seguimos em luta, pois muitas coisas ainda têm pela frente. Quero agradecer primeiramente a DEUS, que está e sempre esteve a frente nesta luta e todas as pessoas e instituições que vem nos ajudando e apoiando nestes quase 5 anos de tribulações, sem vocês não seriamos nada, muito obrigado a todos!!! Luta que segue!!!!!

sábado, 29 de março de 2014

REUNIÃO


Bom dia a todos, 

Hoje é mais do que um dia de exercermos a cidadania. Hoje é dia de pensarmos sobre a nossa casa, é dia de cuidar do nosso lar para o nosso bem e de todas as nossas famílias, cuidar do nosso lar para recebermos os nossos parentes distantes e os nossos amigos. Assim é a nossa comunidade precisamos cuidar para termos um lugar mais agradável, mais seguro, com as infraestruturas necessárias no bairro e também no seu acesso. Nossas famílias precisam desfrutar de um lugar melhor, a nossa comunidade é a extensão da nossa casa.

Não adianta criticarmos se não participamos, a Associação é justamente o espaço da comunidade onde discutimos os problemas, propomos soluções, para então lutarmos para que as coisas ocorram de fato. Por isso é extremamente importante a sua participação. Sabemos que as coisas não são fáceis, mais se você não participar as coisas não mudam.

As reuniões da Associação de Moradores de Porto das Caixas é uma vez por mês, todo ultimo sábado do mês, e hoje é dia de nos encontrarmos, será as 18:00 horas no clube de Porto das Caixas. Pedimos além da sua participação que você traga a sua família. Abraços

Ramon Vieira 

terça-feira, 28 de maio de 2013

Acidente em Duque de Caxias serve de alerta para Itaboraí!!!

Em Itaboraí não pode se descuidar principalmente nos bairros residenciais no entorno do COMPERJ como: AREAL, PORTO DAS CAIXAS, VISCONDE, ITAMBÍ E SAMBAETIBA. 




Acidente em Duque de Caxias serve de alerta para Itaboraí. O que ocorreu não se deu pela falta de planejamento, pois o plano diretor da cidade já proibia a instalação de empresas deste porte nestas áreas residenciais. O que ocorreu na verdade foi a conivência da prefeitura de Duque de Caixas, do Governo do Estado RJ e do Governo Federal, que tem a responsabilidade de fiscalizar e proibir tais empresas. Agora ficam um jogo de empurra, quando todos já sabiam dos problemas, já denunciado inúmeras vezes pelos movimentos sociais e ambientais. Agora eles terão, também, que achar os responsáveis pelos mais de 30 depósitos clandestinos instalados irregularmente naquela região. 

Em Itaboraí não pode se descuidar principalmente nos bairros residenciais no entorno do COMPERJ como: Areal, Porto das Caixas, Visconde, Itambí e Sambaetiba. A proximidade do COMPERJ e os terrenos ainda disponíveis tem despertado o interesse de tais empresas.

Esta região já tem sofrido com o crescimento rápido da população, ocasionado pelo aumento do custo de vida e pelos altos preços dos alugueis no centro da cidade. os serviços públicos são apáticos não tem acompanhado tal crescimento. É preciso criar coletivamente um plano de desenvolvimento regional, para minimizar estes impactos,  para que a região cresça organizadamente e não se torne também um barril de pólvora.

Vale resaltar que esta é uma região riquíssima em patrimônios históricos e culturais como: o 1º Túnel Ferroviário do Brasil, Estação Ferroviária de Visconde, Cemitérios indígenas etc. Que vem se perdendo por conta da instalação de empresas sem critérios e pela falta de políticas publicas voltado para sua preservação.

Ramon Vieira  

segunda-feira, 20 de maio de 2013

Famílias de Porto das Caixas protestam na prefeitura de Itaboraí!!!


Após paralisação das obras do PAC de Porto das Caixas, e varias tentativas frustradas de diálogo da comunidade com o governo Municipal. Realizamos ontem, dia 16 de maio, uma ocupação pacifica no saguão da prefeitura de Itaboraí. Que resultou em uma reunião com o Secretário Municipal de Habitação Wolney Trindade. Onde ficou acordado: 

• Retorno, na próxima segunda-feira, dia 20, de todo o efetivo dos trabalhadores que haviam sido deslocados para outras obras a cerca de um mês. 


 Retorno, em Junho, do importante Trabalho Técnico Social que estava sendo desenvolvido. 

• Compromisso da prefeitura em construir o muro no entorno do empreendimento, pois o mesmo não foi contemplado no projeto inicial. A falta coloca em risco a vida das muitas crianças que ali vivem, devido a um extenso valão atrás do PAC.


• Entrega de copia dos documentos já solicitados, como o Memorial Descritivo, O Cronograma de Execução de Obras e o Cronograma de execução do trabalho Técnico Social, assim que ocorrem os reajustes necessários. 


• Canal de diálogo permanente, já com uma reunião marcada para o próximo mês (Junho).

As Famílias da Vila Portuense agradecem a todos que vem colaborando nesta longa e árdua luta!!!

segunda-feira, 4 de março de 2013

SOMOS TODOS, ASSOCIAÇÃO DE MORADORES DE PORTO DAS CAIXAS



No último sábado 02 de Março de 2013, demos um passo muito importante em nossa comunidade, reativamos a nossa Associação de moradores. Meus parabéns a todas as pessoas que estão empenhadas nesta luta.

Há anos o nosso bairro esta abandonado pelo poder público, e a Associação de Moradores é um instrumento de extrema importância, para revindicarmos as melhoria que nosso bairro tanto precisa. Esse Distrito tem demonstrado a força emanada da união das pessoas. A exemplo das conquistas das Famílias da Vila Portuense, da luta e conquista dos pais, alunos e professores, do Colégio Estadual Maria Inocência Ferreira, e por muitas e muitas outras conquistas.

Temos ainda muitos desafios pela frente. Como por exemplo, nosso posto de saúde que esta um caos, nossa escolas sem professores, nossa creche ainda sem definição de funcionamento, nosso potencial turístico sem investimento, muitas de nossas ruas cortadas por valas negras, nosso problema crônico na rua principal da Madureira, onde forma um verdadeiro piscinão na mais leve chuva, a falta de políticas públicas de prevenção às drogas, a falta de políticas públicas para nossa juventude e para terceira idade, asfalto inacabado, inúmeras ruas sem pavimentação, enfim. Muitos e muitos outros problemas.

Todos estes desafios, só serão superados com a luta e a união de todos!!!

Convidamos a todos para participarem da primeira reunião da Associação de Moradores de Porto das Caixas, que será realizada no dia 16 de Março de 2013, às 17:30 hs, na sede da Associação, localizada à Av. Nossa Senhora da Conceição, Clube de Porto das Caixas, onde discutiremos os problemas e as ações, referentes ao nosso bairro. Mais uma vez, convidamos a todos.

A associação de Moradores de Porto das Caixas, PERTENCE A TODOS NÓS!!!

Ramon Vieira.

terça-feira, 18 de dezembro de 2012

Falta merenda em diversas escolas de Itaboraí atinge mais de 30 mil alunos


Sindicato Estadual dos Profissionais de Educação do Rio vai denunciar o caso ao Ministério Público. Problema teria iniciado após contrato com terceirizada ser cancelado
Uma escola municipal de Itaboraí, que não apresenta em sua fachada o nome da unidade, esconde um grave problema existente em cerca de 80 escolas do município e que atinge aproximadamente 32 mil alunos: a falta de merenda escolar. A situação mobilizou o Sindicato Estadual dos Profissionais de Educação do Rio (Sepe) que entrega, nesta quarta-feira, uma representação ao Ministério Público denunciando o caso da escola Maria Ana da Glória, no bairro de Rio da Várzea. 
O diretor de imprensa do Sepe, Marco Lamarão, afirmou que o problema atinge a todas as escolas do município. 
“A situação é geral. O que acontece em alguns casos é que em algumas unidades, a própria direção tomou medidas para contornar a situação”, disse Lamarão. 
O problema teria começado em outubro, após a Prefeitura cancelar o contrato com a empresa que era responsável por terceirizar a mão de obra das merendeiras no município.
Além da situação em que as crianças são expostas, a situação está afetando diretamente o Programa Educação +, existente, hoje, em cerca de dez escolas. São programas de contraturno, onde as crianças ficam em tempo integral na escola para realizar atividades extras, como oficinas de reforço, aulas de dança e capoeira, por exemplo. Por conta do problema, as crianças estão sendo dispensadas mais cedo. 
Ontem, na saída da escola Maria Ana da Glória, a dona de casa Adriana da Silva, de 36 anos, aguardava pelo seu filho com alguns biscoitos nas mãos. 
“Ele estuda aqui há 2 anos. As condições nunca foram das melhores, mas merenda nunca faltava. De outubro para cá, teve início essa situação absurda. Como pode uma criança ficar todo esse tempo estudando sem alimentação?”, disse ela, que comentou ainda não ter sido notificada sobre a situação.
A Prefeitura de Itaboraí, através da Secretaria de Educação e Cultura, declarou que a ausência de merendeiras é devido a um problema pontual de adequação de contrato em algumas unidades escolares da rede municipal de ensino, mas que o caso já está sendo solucionado.
Por: Ciro Cavalcante
Fonte: O Fluminense

segunda-feira, 17 de dezembro de 2012

Mobilização impediu mudança na lei ambiental

Foi a mobilização popular que impediu o governador Sérgio Cabral de mudar a legislação ambiental do estado para favorecer o licenciamento de grandes empreendimentos poluidores. A proposta estava em discussão na Assembleia Legislativa (Alerj) e seria votada na terça-feira (11/12), mas a mobilização popular através das redes sociais e da bancada de oposição no plenário da Alerj forçou o governador a retirar o projeto de pauta. A deputada Janira Rocha (PSOL) comemorou o fato. Para ela porém, todos que se mobilizaram contra o projeto têm que continuar atentos, porque o governo ameaça enviar outra proposta semelhante para a Alerj ainda este ano, para votação em regime de urgência. Janira critica a forma de votação, que impede uma discussão aprofundada pelos deputados e pela sociedade. Para ela, alterar a legislação ambiental da forma com o governo quer é um crime contra o Rio.Janira afirma que o projeto que havia sido enviado pelo governador à Alerj era uma proposta indecente. “Indecente é pouco para nominá-lo. Era um projeto assassino que simplesmente acabava de vez com toda e qualquer possibilidade de garantir que as pessoas possam saber quais impactos as empresas poluidoras trarão par o meio ambiente. Tinha coisas criminosas, como a retirada da participação popular; como a retirada da possibilidade da publicidade das audiências públicas”, disse Janira.
Pelo projeto enviado pelo governador alterava as normas de elaboração do Estudo de Impacto Ambiental (EIA) e do Relatório de Impacto Ambiental (Rima) de empreendimentos poluidores. Além de acabar com a exigência de realização de audiências públicas para discussão dos empreendimentos, a proposta do governador, em alguns casos, ainda acabava com a obrigatoriedade de apresentação de EIA/Rima. Por exemplo, ferrovias, portos e terminais de minério, petróleo e produtos químicos, aeroportos, oleodutos, gasodutos e minerodutos, emissários submarinos e complexos petroquímicos poderiam ficar dispensados de apresentar estudo prévio de impacto ambiental.
Para Janira Rocha, tal proposta era uma aberração. A deputada lembra o caso da TKCSA, siderúrgica construída na Zona Oeste do Rio. Apesar de ter sido obrigado a apresentar estudo de impacto ambiental, o empreendimento causou vários danos ambientais, prejudicando o meio ambiente e a população. “Se olharmos para a TKCSA, veremos crianças sangrando pelo nariz, pelo ânus; veremos crianças com doença de pele; veremos adultos que estão saindo de suas casas, que levaram anos para comprar, porque simplesmente se licenciou uma metalúrgica, que polui diariamente o ar, formando chuva prata sobre as pessoas”, disse janira.

Fonte: http://www.janirarocha.com.br/?p=4172 

quinta-feira, 30 de agosto de 2012

Ramon Vieira



Bom dia a todos, 

Quero mais uma vez agradecer a todas as pessoas que confiam e que estão nos ajudando nesta dura jornada.

A nossa campanha não para de crescer, isso é fruto de muito trabalho, transparecia e dos esforços de muitas pessoas que acreditam que podemos SIM, construir u
ma política decente, transparente e participativa, estamos cansados da velha política, onde o dinheiro e a corrupção é o caminho único para manter e se chegar ao poder. Combatemos arduamente esta forma de fazer política, pois é nela que se encontrar a causa primaria da maioria das mazelas que vivemos atualmente.

A coisa esta tão enraizada que muitas pessoas ainda acham que ser honesto é ser tolo. Se for necessário pagar um alto preço para se viver honestamente, pagaremos então este preço, preferimos assim passar pelo vale das sombras, mais com a nossa alma e nossa cabeça erguida.

Convidamos a todos que se unam neste movimento, onde o objetivo maior é termos uma cidade melhor e descente. O que muitos ainda não entenderam é que para mudar a nossa realidade caótica de hoje é preciso lutar, cada um precisa lutar, pois a realidade demonstra que as pessoas que estão ai, governando a nossa cidade por quase três décadas, não trarão aquilo que nós e nossas famílias entendemos como qualidade de vida, pois a única qualidade que estas pessoas entendem é a qualidade do dinheiro rápido e fácil.

Fica aqui este convite e esta reflexão sincera. Forte abraço a todos, fiquem com Deus!!!

Ramon Vieira